Citação do livro A Cabana: "Então é você que determina o que é bom e o que é ruim. Você se torna o juiz. E, para tornar as coisas ainda mais confusas, aquilo que você determina que é bom acaba mudando com o tempo e as circunstâncias. E, pior ainda, há bilhões de vocês, cada um determinando o que é bom e o que é ruim."
Sempre mentes limitadas demais, que não conseguem ver além da sua própria visão do que é certo. E o pior, é que cada um tem uma ideia diferente do "certo". Ideias essas que mudam constantemente, tornando cada vez mais difícil a convivência. A convivência pacífica, podemos dizer assim. A consequência disso, das mentes limitadas e estreitas da sociedade de hoje podemos ver em qualquer lugar. Opiniões sem conhecimento, preconceito. Pessoas que simplesmente não conseguem aceitar que as diferenças existem, e que não estamos sempre certos. Ou melhor, nunca estamos certos. O certo não existe. A verdade sempre muda. A certeza não existe. Opiniões não são fatos e eu me irrito muito fácil com quem não consegue ver isso.
Tão atualizados, contemporâneos, com seus computadores de última geração... Mas pensamentos dignos de um ser que não consegue pensar. De que adianta?
Beijos, Jô.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Mentes limitadas.
Postado por Anônimo às 00:22 9 comentários
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Não tem título não
Postado por Chris às 10:23 5 comentários
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
"Três pessoas podem manter um segredo, se duas delas estiverem mortas"
Postado por Chris às 09:00 2 comentários
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Ecoar...
O eco deve ser inesperado.
As ações que fazemos devem ser feitas pelo simples prazer de realizar.
Como se fosse respirar.
Nós respiramos sem esperar que ar nos chegue, porque algo irracional em nós sabe que o ar chegará.
Não sei se estou conseguindo ser clara.
Mas penso que deveríamos deixar dessa mania de fazer algo esperando outro algo, uma recompensa, ou coisa do gênero.
Nossas ações devem ser despretensiosas.
Que nossas palavras se transformem em vozes, em gritos, mas que não nos preocupemos em ecoar.
O que basta é saber falar, saber gritar.
Como estão?
Hoje resolvi postar um texto meu, publicado no meu blog pessoal (Sacudindo Palavras) no dia 31/03/2009.
O que quis abordar no texto foi justamente a afobação que temos ao realizar algo e as segundas (e terceiras, quartas...) intenções quando fazemos alguma coisa para outra pessoa.
Por exemplo, a gente se preocupa tanto em finalizar um trabalho (ou qualquer coisa que o valha...), que perdemos o prazer do desenrolar do mesmo. Ou seja, não aproveitemos, não nos deliciamos com o desenvolvimento daquilo que estamos fazendo. Queremos apenas chegar ao final o mais rápido que podemos.
Temos que ter calma, aproveitar cada fase intensamente.
Se trabalharmos com dedicação, com certeza o resultado será fantástico (o ecoar!). Mas, entendem, que o ecoar não seja a nossa ideia fixa, mas sim que o realizar seja com carinho e intensidade o que formos fazer.
O outro exemplo é quando fazemos qualquer coisa que seja para ganharmos algo em troca. Sei que é difícil não esperar, pelo menos, um obrigado(a), mas é possível.
Se sente-se o desejo de ajudar, que seja puro e sem intenção de recompensa, que ajudemos pelo prazer de ajudar, de ver o outro bem, de fazer algo útil e bom pelo outro.
Bem, a mensagem de hoje é essa pra vocês.
Espero que tenham gostado, viu?!
Ótima semana pra vocês.
Grande abraço da Ericazinha e até a próxima segunda.
Postado por Érica Ferro às 12:36 3 comentários
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